“Naquele dia me dei conta de que você tinha mais senso político que eu. Você percebia realidades que me escapavam porque não correspondiam à matriz que me usava para ler o real. Tornei-me um pouco mais modesto; ganhei o hábito de fazer você ler meus artigos e manuscritos antes de enviá-los. Eu considerava as suas críticas praguejando: “Por que é que você sempre tem que ter razão?!””

 

Leia Carta a D. – História de um amor, de André Gorz

 

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